Aluno IPOG conta como ampliou suas perspectivas profissionais na área de tecnologia com a pós-graduação
3 minutos de leitura
13 de abril de 2018

Aluno IPOG conta como ampliou suas perspectivas profissionais na área de tecnologia com a pós-graduação

Acompanhar as tendências de mercado na área de tecnologia não é uma tarefa fácil. Todos os dias um novo software é atualizado, um aparelho é lançado, um sistema é testado.

E diante do desafio de acompanhar todas essas novidades, o profissional de TI passa a ser ainda mais requisitado para atender demandas muito específicas em um cenário de atuação amplo, se tornando indispensável em praticamente qualquer segmento de negócio.

Mas não basta apenas acompanhar as tendências e achar que é o suficiente para “abraçar” boas oportunidades de trabalho, é preciso apostar em conhecimento e agregar valor para a carreira, é o que considera Murilo Borges, Tecnólogo em Processos de Dados, Especialista em Análise e Projetos de Sistemas e Mestre em Sistemas Inteligentes.

Ciente sobre essas oportunidades da área de tecnologia, Murilo logo optou por uma graduação na área de Tecnologia da Informação. “Obtive um grande progresso profissional ao longo da minha careira. Me especializei, investi em um mestrado e durante mais de 20 anos trabalhei com o desenvolvimento de sistemas em grandes empresas”, conta.

E embora já tivesse aproveitado boas chances de consolidar o seu nome no mercado, chegou um momento em que Murilo visualizou a chance de mudar a trajetória de sua carreira.

Mudança de atuação

“Em 2002, já com ampla bagagem prática e também com bastante conhecimento teórico, decidi tentar seguir na área acadêmica. No início, dei algumas aulas e logo senti que eu poderia investir ainda mais na minha carreira de professor”.

Ao longo dos anos, Murilo percebeu que mesmo na docência é preciso ir além e superar desafios. As suas habilidades não eram suficientes para continuar firme desbravando outras possibilidades de atuação no mercado.

“Eu precisava tentar outras coisas na área de tecnologia também e foi aí que percebi que os meus conhecimentos estavam ficando defasados”, compartilha.

Foi quando Murilo analisou o crescimento da Perícia Forense nos últimos anos. Ele entendeu que mesmo sendo uma área nova para trabalhar, conseguiria desenvolver diversas pesquisas, principalmente na condição de professor.

Especialização

A partir da indicação de um amigo, Murilo iniciou a pós-graduação do IPOG em Computação Forense & Perícia Digital. “Sabia que era um passo importante para a minha vida profissional, pois com isso comecei a identificar oportunidades e formas de agregar ainda mais valor a minha carreira”, complementa.

O que Murilo percebe e visualiza para o futuro em relação a profissão é realmente a evolução da tecnologia, dos aplicativos e aparelhos móveis, robôs, inteligência artificial. “Nada disso vai parar”, reforça.

E com as novas gerações, todas essas novidades tecnológicas tendem a ficar mais complexas, justamente para atender necessidades cada vez mais específicas e superar as expectativas de usuários.

“Em contrapartida, fica cada vez mais difícil fazer perícia nesses equipamentos, exigindo ainda mais dos profissionais de tecnologia, o que é bom, pois segmenta ainda mais aqueles que realmente vão dar conta do recado”, pontua.

Para Murilo, é um avanço contínuo, demandando um progresso constante daqueles que trabalham nesta área.

Motivação

A decisão de fazer a especialização em Computação Forense, de acordo com Murilo, foi motivada principalmente pela facilidade de ter contato com profissionais de destaque. “Quase todos os nossos professores são peritos federais e trazem todo domínio técnico e prático para a sala de aula”.

E para aqueles que também buscam desenvolver nesse segmento, Murilo alerta: “É preciso gostar muito, gostar de novidades, de atualizações, pois esse mercado traz muitas coisas novas, que servem como motivação profissional. Tem muitos detalhes que precisam ser aprendidos. E a ideia é topar os desafios, se superar e se diferenciar no mercado”.

O aluno afirma que o grande segredo para ser um bom perito e ter sucesso na carreira é ser verdadeiro e mostrar o que está sendo investigado com clareza, planejar e pensar em possibilidades de crescimento.


Artigos relacionados

Computação Forense: mantenha a segurança do seu negócio tendo a tecnologia como aliada Um dos principais impactos do avanço da informática em nossas vidas tem sido o crescente uso dos dispositivos móveis, que estão se tornando cada vez mais onipresentes. Essas ferramentas que fazem filmagens, que tem GPS, rastreiam os seus batimentos cardíaco...
Como é feita a análise forense do Sistema Operacional Windows? Visto que todo computador necessita de um sistema para iniciar suas funções, você já parou para pensar como os peritos digitais investigam crimes em sistemas operacionais? Se você tem interesse em saber mais sobre esse assunto, nesse artigo vou esclarecer como...
Como é realizado o trabalho de perícia em local de crime? A perícia em local de crime é considerada o “berço” da Criminalística. É geralmente o ponto de partida de uma investigação e é o espaço que se encontram vestígios que se transformam em provas para condenar ou inocentar um suspeito. No local de crime, seja ele ...

Sobre Murilo Borges

Tecnólogo em Processos de Dados, Especialista em Análise e Projetos de Sistemas, Mestre em Sistemas Inteligentes e especialista em Computação Forense e Perícia Digital pelo IPOG

Comentários