Aluno explora novos negócios em tecnologia a partir da pós-graduação
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01 de agosto de 2018

Ricardo Matos explora novos negócios em tecnologia

negócios em tecnologia a partir da pós-graduação

“Nada é impossível quando se tem determinação e persistência”, é assim que o Bacharel em Ciência da Computação e pós-graduando em Computação Forense & Perícia Digital pelo IPOG, Ricardo Matos, lida com os desafios profissionais e vem moldando sua trajetória de sucesso.

Atualmente, com 20 anos de profissão, Ricardo já executou diversas atividades relacionadas à tecnologia. Aprendeu sobre informática, administração, gestão de pessoas, marketing digital, venda de equipamentos e treinamentos para pessoas físicas e jurídicas, atuou com banco de dados, redes, segurança (CFTV) e muito mais.

Porém, nos últimos anos, tomou a decisão de dar ênfase a algo que realmente pudesse entregar com maestria. Foi quando começou a focar em Software, sendo que o seu principal diferencial atualmente é a criação de Software Customizado.

Negócios na tecnologia!

Há 20 anos, Ricardo abriu o seu próprio negócio, a Órion Soluções TI, em Bonfim Paulista, Distrito de Ribeirão Preto – SP, focada na oferta de Cursos de Computação, Manutenção e Vendas de Equipamentos de Informática.

Confira aqui algumas dicas importantes para empreender no mercado de tecnologia.

Comecei o meu negócio oferecendo cursos de informática básica e manutenção de micros, depois agreguei atividades como manutenção de impressoras e inclui também o Desenvolvimento e Venda de Softwares Comerciais e Customizados. E hoje, com a pós-graduação, visualizo ainda mais oportunidades de negócio e me dedico a ampliar o meu nicho de mercado.”

Para Ricardo, as oportunidades da área são ilimitadas, ainda mais com as constantes transformações digitais. Além disso, os profissionais de TI estão entre os mais disputados do mercado.

A profissionalização é necessária para oferecer algo melhor e diferenciado para o mercado. Em diversos momentos estratégicos de negociação com clientes, utilizei o conhecimento adquirido no curso de Computação Forense & Perícia Digital para argumentar de forma concreta e consistente”, afirma.

Antes de iniciar a especialização, Ricardo conta que sentia a necessidade de complementar sua formação, de desbravar algo novo, de encarar e se preparar para diferentes desafios. “A escolha foi feita após pesquisas e indicações de conhecidos, analisei a qualidade do curso e o IPOG oferecia o que eu precisava”, conta.

Embora ainda não tenha realizado a atividade de perícia profissionalmente, com as aulas ministradas por professores Peritos Oficiais, Ricardo cogita também a possibilidade de atuar como Perito Particular ou Assistente Técnico do Judiciário.

Saiba também como a aluna Juliana Neris tem se preparado para seguir carreira em Perícia ForenseNeste outro post contamos a experiência de uma aluna em locais de crimes.

O nosso aprendizado é prático. Aprendemos sobre segurança, investigação forense computacional, ataques hackers, falhas em sistemas, vulnerabilidades e muito mais. Um profissional com esse conhecimento pode atuar antecipadamente, promovendo a segurança nas organizações”, considera.

Anota a Dica!

Para quem pretende seguir na área, Ricardo dá algumas dicas importantes:

  • Ser minucioso na execução das atividades;
  • A persistência é fundamental;
  • O trabalho em equipe agiliza o processo de perícia;
  • É necessário atualização contínua;
  • Conheça a legislação;
  • O bom caráter é fundamental para o bom perito.

Para Ricardo, o mais interessante de trabalhar na área é o dinamismo da profissão. “Todos os dias nos deparamos com casos intrigantes e certamente em expansão, entre eles os crimes digitais”, diz. 

As relações humanas (estudo, negócios, lazer) ocorrem constantemente no ambiente digital e ampliam as possibilidades de criminosos explorarem todas essas áreas. O mercado ganha com profissionais que podem agir preventivamente contra os crimes, enquanto a sociedade (usuários) ganha não sendo vítimas desses casos.

Os robôs e a inteligência artificial também estão mudando as relações e modelos de trabalho, e o momento é ideal para pensar em soluções que agreguem essa nova realidade. 


Sobre Ricardo Matos

É aluno do curso de Computação Forense e Perícia Digital do IPOG, com formação em Ciências da Computação pela Universidade Paulista (UNIP) Ribeirão Preto/SP.

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