Uma singela homenagem ao Dia do Jornalista
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07 de abril de 2017

Uma singela homenagem ao Dia do Jornalista

IPOG, Dia do Jornalista, Comunicação

E aí, quem vai entregar a matéria aos 45 minutos do segundo tempo? Quem vai extrapolar os limites do deadline e ainda vai chorar para o editor pedindo mais cinco centímetros de página para a matéria? Quem vai almoçar coxinha pingando óleo, isso, claro, se almoçar. Quem? Somos nós mesmos, jornalistas! Vamos celebrar o dia daqueles que criam uma narrativa capaz de envolver quem lê e trabalham firme para que a população fique por dentro de tudo o que acontece na nossa sociedade. Hoje é Dia do Jornalista

O jornalista conta histórias a partir de fatos reais, com personagens reais, segue um manual de redação, uma linha editorial e responde: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? E por quê? Isso em uma ou duas páginas de Word cotidianamente, e ainda tem um tempo para sonhar. Como muitos dizem, a maioria desses profissionais são sonhadores.

Dia do jornalista: o profissional que corre 24 horas por dia atrás da notícia

Temos uma das jornadas de trabalho mais extenuantes entre todas as profissões, uma vez que trabalhamos com um “produto” que não escolhe hora para acontecer, a notícia. Por isso, sacrificamos horas, dias, meses e até anos longe do convívio da família em busca de mercados distantes, de novas oportunidades ou até mesmo por amor ao veículo em que trabalhamos.

Perdemos horas de sono correndo atrás do entrevistado, sem falar daqueles que fazem como a Senhora? Senhora? Quem não se lembra desse fato que ficou conhecido em todo o país? A gente se vira do avesso para conseguir um contato que vai salvar a matéria.

Ser jornalista é mais que apurar uma pauta e apresentar um jornal. É ser responsável com horários, ser pontual e estar sempre de bom humor, mesmo que isso seja quase impossível para quem dorme, em média, quatro horas por dia. Alguns trabalham em dois empregos, estudam e ainda fazem freelance nos ‘tempos livres’.

Mas, o que mudou no  mundo jornalístico?

Muitas mudanças ocorreram. Há alguns anos atrás, uma equipe de televisão era composta por pelo menos cinco pessoas, com mais de 300 quilos de equipamentos. Hoje, o peso dos equipamentos diminuiu, mas o jornalista precisa correr atras da notícia quase em tempo real. Se antes, o jornalista precisava ‘apenas’ cobrir a notícia, atualmente muitos profissionais precisam também ser multimídia, produzir foto, editar vídeo, e muitas outras funções.

O profissional de jornalismo da atualidade tem a possibilidade de atuar em diversas frentes como: assessoria de imprensa, assessoria de comunicação, trabalhar em rádio, tv, jornal impresso, web e mídias digitais. Mas, o principal ponto aqui, e que os novos profissionais devem levar em consideração, é o pensar além do óbvio. Em primeiro lugar, desenvolver e prestar um serviço que seja realmente pautado na qualidade daquilo que ele faz. O segundo ponto seria se doar 120% a tudo que ele faz e o terceiro ponto seria trabalhar o seu network para que possa ter relações relevantes, que o auxilie a conquistar os seus objetivos.

Podemos concluir que o jornalismo sempre será uma fascinante batalha pela conquista das mentes e corações de seus  leitores, telespectadores ou ouvintes. O jornalista tem uma função social muito importante dentro da sociedade ou de uma comunidade, pois ele informa, promove a reflexão, a crítica e incita debates. Difundindo ideias, fatos e informações com clareza, rapidez e precisão, a ponto de sintetizar em apenas uma frase tudo aquilo que quer falar. E que missão quase impossível!

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Sobre Alyssa Hopp

Mestre em Comunicação, especialista em Marketing e Relações públicas Internacionais.

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